Termo de consentimento na tela
A paciente lê e assina o termo na própria tela, sem papel.
Dados de saúde pedem cuidado. No Iris, cada pessoa vê só o que precisa, a paciente autoriza na tela e cada alteração fica registrada.
A Lei Geral de Proteção de Dados trata informações de saúde como dados sensíveis. O Iris foi construído com isso em mente, do cadastro ao prontuário.
A paciente lê e assina o termo na própria tela, sem papel.
Cada função da equipe vê só o que precisa para trabalhar.
Recepção e financeiro não abrem o prontuário.
Exames, imagens e documentos das pacientes ficam guardados em área privada.
O sistema guarda quem fez cada alteração.
Apagou por engano? Dá para restaurar.
Para completar, só com adendo, que fica com data e autor.
Depois da transcrição pela IA, fica só o texto.
As notificações no celular não mostram informações das pacientes.
O sistema ajuda, mas a proteção dos dados também depende da rotina da equipe. Alguns cuidados simples:
Explique para que os dados são usados e colha o termo antes de gravar a consulta.
E retire o acesso de quem sai da equipe.
Sem senha compartilhada. Com usuários ilimitados, não há motivo para dividir.
Use o portal da paciente para entregar documentos.
Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica.
Não. O acesso é por perfil: cada função vê só o que precisa, e o prontuário é só dos médicos.
Dá. O sistema registra quem fez cada alteração.
O que é apagado vai para a lixeira e pode ser restaurado.
Com o termo de consentimento, assinado na tela. A gravação da consulta pela IA só acontece para quem autorizou.
É apagado depois da transcrição. Fica só o texto, que você revisa e confirma.